sexta-feira, 23 de março de 2007
terça-feira, 13 de março de 2007
Texto: Eu ,o outro, o sim e o não
Eu, o outro, o sim e o não.
“ O” tu” é a descoberta e a percepção do outro...O”nós” é a dimensão do social coletiva social sem a qual podemos viver.O” nós” equilibrado é a única salvação possível para as sociedades e a única esperança de efetiva democracia social”
Arthur da Távola –Do Amor,Ensaio de Enigma
Pensar em si próprio é fácil; se o fizermos sem levar em conta o que nos rodeia.Este trecho retirado do livro de Arthur da Távola nos remete a mais simples necessidade de convivermos harmonicamente, lembrando que nada é possível de se realizar com o time do “eu sozinho”.
A relação entre pessoas inclui “sins” e “nãos”. Atualmente percebe-se um apelo ao sim, ao tudo pode, a individualidade, sem levar em conta esse equilíbrio tão precioso do “nós”.
O “nós” acontece ao nascer, o filho, ainda bebê, já compõe o “nós” com sua mãe, e vai continuar sendo parte de algum grupo (“nós”) durante toda sua vida.
Então pergunto:
É possível conviver só dizendo SIM?
A resposta é NÃO!
Dizer não provoca conhecimento, incomoda, desacomoda, desinstala, limita e amplia os parâmetros.Dizer não enraíza e afirma o “eu”.
Ser capaz de negar algo ou alguém é fazer triunfar a sua individualidade, a sua independência, o seu poder de escolha. Há o que pode e não pode ser feito.
Se preciso, diga NÃO!!!!!
